Se um dia a palavra me faltar,
se a noite vestir-se de silêncio,
e adormecer sem mais nada,
não penses que já tudo foi dito,
porque o teu nome vai continuar escrito,
no íntimo do meu ser.
Se um dia a tinta secar,
se a ponta do lápis quebrar,
e eu não tiver prosa para te oferecer,
não adormeças a pensar,
que o amor acabou.
Se preciso for,
agarro na mão,
mesmo em farrapos,
e escrevo sem dor,
até ela cair.
Se um dia o meu abraço não te chegar,
se o meu olhar não bastar,
diz-me!
Agarro na sacola,
volto ao banco da escola,
e corro,
para roubar mais palavras,
que desenhem o que sinto por ti.
E se um dia chegar à tua beira calado,
se o meu pensamento parecer apagado,
não duvides:
A ausência de poesia,
é apenas falta minha de mestria,
de quantificar o quanto te amo.
se a noite vestir-se de silêncio,
e adormecer sem mais nada,
não penses que já tudo foi dito,
porque o teu nome vai continuar escrito,
no íntimo do meu ser.
Se um dia a tinta secar,
se a ponta do lápis quebrar,
e eu não tiver prosa para te oferecer,
não adormeças a pensar,
que o amor acabou.
Se preciso for,
agarro na mão,
mesmo em farrapos,
e escrevo sem dor,
até ela cair.
Se um dia o meu abraço não te chegar,
se o meu olhar não bastar,
diz-me!
Agarro na sacola,
volto ao banco da escola,
e corro,
para roubar mais palavras,
que desenhem o que sinto por ti.
E se um dia chegar à tua beira calado,
se o meu pensamento parecer apagado,
não duvides:
A ausência de poesia,
é apenas falta minha de mestria,
de quantificar o quanto te amo.
1 Comments:
Que a tinta não seque, que o lápis continue afiado para que possamos fruír desse néctar literário que tão bem sabes urdir...
Bem Hajas!
Parabéns à Madeira!
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